Auditoria Interna de Qualidade

3 de fevereiro de 2010

Aconteceu nos dias 20, 21 e 22 de Janeiro o treinamento em Auditoria Interna de Qualidade de acordo com a norma ISO 9001:2008.

O primeiro treinamento do ano, teve turma livre e contou com uma novidade: foi realizado no novo endereço da Fatos e Dados, no ed. Metropólis. Já estão abertas novas turmas para Fevereiro.

Mais informações: 0800 904 800.








Brasil sofre retração em certificações do Meio Ambiente

27 de dezembro de 2009

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Apesar do fracasso da recém terminada Cop15, Conferência Mundial para Mudanças Climáticas, a grandiosidade do evento, que contou com os principais líderes mundiais, evidencia que a crescente preocupação com o Meio Ambiente. No mundo empresarial a tendência, portanto não poderia ser diferente e não é, na maioria dos lugares do mundo.


O recém lançado relatório ISO Survey, já comentado anteriormente aqui, demonstra que houve um crescimento na ISO 14001:2004, norma que garante a preocupação empresarial com o meio ambiente. Entre 2007 e 2008 mais de 34 mil novas empresas em 155 economias e mercados obtiveram a certificação, sendo 188.815 no final de 2008. Infelizmente, porém, como acontece com a ISO 9001:2008, no Brasil houve uma retração no número de empresas certificadas.


americadosul


O país que abrigava 2.061 certificações na NBR ISO 14001:2004 em 2005, contém, quatros anos depois, somente 1.669 certificações na norma. Uma queda significativa, principalmente se compararmos com nossa vizinha Argentina, que saltou no mesmo período de 454 certificações para 1.163.


Fatos e Dados


No topo da lista dos países mais certificados se encontra a visionária China com 39.115 certificações. Seguida do Japão (35.573) e a Espanha (16.443) e Itália (12.922). Na décima posição está a România com 3. 884 certificações. Apesar da retração o Brasil ainda lidera o número de certificações na América do Sul e Central.


Fontes: The ISO Survey of Certifications – 2008 http://www.iso.org/


Qualidade é…

27 de dezembro de 2009

Qualidade é...

…ter a ciência que podemos escolher o que plantar, porém o que colher…

Ajardinar a esperança
Frei Betto


Você pensa que eu também não tenho vontade de mandar tudo às favas? Pensa que não me invade esse sentimento de frustração, essa amargura oca, essa acidez na boca da alma? Sim, tem hora que me canso de bancar o Sísifo de ficar carregando ladeira acima essa pesada pedra de uma esperança esburacada. Tem hora que me sinto Prometeu acorrentado, mas sem revolta, agradecido por ter as mãos atadas. E a única coisa que me passa pela cabeça é embriagar-me de alienação e ficar na varanda do apartamento, contemplando silenciosamente a cidade lá embaixo, miríades cristais reluzindo impessoais, anônimos, indiferentes ao meu estupor.

É muito frustrante semear esperanças. São grãos miúdos, delicados, quase invisíveis, ora plantados no caminho acidentado, ora num coração angustiado, sempre no terreno árido da pobreza insolente. E depois vem o árduo trabalho de regar todos os dias, ver emergir o primeiro broto, um fiasco de verde aflorando sobre a terra negra, e a gente é tomado por esse sentimento feminino do querer cuidar e começa então a acreditar que a primavera existe.

A esperança é um pássaro em vôo permanente. Segue adiante e acima de nossos olhos, flutua sob o céu azul, não se lhe opõe nenhuma barreira. É assim em tudo aquilo que se nutre de esperança: o amor, a educação de um filho, o sonho de um mundo melhor.

A política sempre foi alvo predileto da esperança, desde os tempos bíblicos.
No Antigo Testamento, aparece no passado (Jardim do Éden), no futuro (a Terra Prometida) e no presente (a confiança nas promessas de Javé). Os profetas sabiam ajardinar a esperança.

A esperança política é uma fênix. Sempre a renascer das cinzas. Foi assim no milenarismo monárquico medieval, na Revolução Francesa, na União Soviética.
Foi assim também com Tancredo Neves, visto como um novo Moisés que também não pisou a Terra Prometida. Agora as denúncias de corrupção fazem o pássaro cessar o vôo em pleno ar. Ele não pousa. Fica lá em cima empalhado por nossas miragens utópicas, enquanto uma dor dilacera-nos por dentro.

Então minha memória resgata o horror. Primeiro, os gritos. A pele toda se arrepia. Se eu fosse surdo, veria apenas o rosto esgarçado numa máscara de terror. Mas meus ouvidos se entopem dos berros estridentes. O corpo eriça-se. Não sou eu, nem a minha razão que o comanda. É o instinto animal, primevo, que vem lá de baixo da escala zoológica e agora se manifesta nessa reação de bicho acuado por uma ameaça próxima. Não há saída. Da sala de tortura, saio morto ou quebrado. A outra alternativa é mais assombrosa. A de sair irremediavelmente sonegado em minha identidade, mercadejando a informação em troca de uma sobrevivência indigna.

Ele abaixa o tom de voz e tenta vencer-me pelo aliciamento. Diz pausadamente que não tenho escapatória. E devo contar com a sua compreensão. Mas a sua paciência tem limites… tem limites… até que meu silêncio detona a explosão. Nele a fera racional irrompe em gestos calculados e começa a tortura.

Mas essa não é a única modalidade de tortura. Há outras, tão ou mais terríveis, porque escarafuncham a alma, ferem fundo o espírito, arrancam o que o coração guarda, deixando-o miseravelmente vazio. É a dor de ver um projeto adulterado pela ambição desmedida, a sede de poder, o pragmatismo inescrupuloso, essa esperteza tão pusilânime que acaba por engolir o esperto, como a cobra morde o próprio rabo.

Um sonho se tece de mil fios delicados, até que um dia a imagem se transporta da mente à realidade. Talvez não se saiba aonde exatamente se pretende chegar. É como no amor, os sentimentos criam vínculos sem que se saiba ou se possa adivinhar o porvir. Sabe-se, contudo por onde não ir. Como
no poema de José Régio, não sei por onde vou, / não sei para onde vou, / sei que não vou por aí! Não vou pelas vias que conduzem os passos do inimigo. Não trilharei os caminhos sombrios, tortuosos, da corrupção, da sonegação, da falcatrua e da negociata.

Um corrupto é o resultado de pequenas infidelidades. Ele não se faz senão através de detalhes que se lhe acumulam na alma: levar vantagem num negócio, apropriar-se de um bem aparentemente insignificante, trair a confiança alheia. Não é o dinheiro que destrói a sua moral. É a ganância, a arrogância, a convicção de que é mais esperto que os demais.

Não há ética sem humildade, saber ser do tamanho que se é, nem maior nem menor do que ninguém. E sustentar a esperança na certeza de que só haverá colheita se desde agora se cuidar, delicada e anonimamente, da semeadura.

Frei Betto é escritor


Certificações ISO 9001 caem no Brasil

27 de dezembro de 2009

Qualidade

O Brasil retraiu em 5,49% o número de certificações ISO 9001 entre 2007 e 2008. É o que mostra o relatório The ISO Survey of Certifications – 2008 publicado pela ISO (International Organization for Standardization). O nosso país caiu de 15.384 certificados ISO 9001 em 2007 para 14.539 no final de 2008.



Brasil

O Brasil está na contramão do mundo, que reconhece cada vez mais a importância da certificação em gestão de qualidade. A China lidera a lista com 224.116 certificações, seguida por países como a Itália (118.309), A Espanha (68.730) e o Japão (62.746).
No total a ISO 9001, tanto na versão 2008 como na versão 2000, obteve de 2007 para 2008 um aumento de 3% subindo para 982.832 certificações em 176 países e economias. Um crescimento tímido, principalmente se comparado aos anos anteriores.




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A certificação ISO 9001 “é um reconhecimento mundial que a empresa cumpre com padrões de qualidade”, é o que explica o consultor em gestão, Lindomar Barreto. Apesar da retração, o cenário não é tão pessimista assim, “A ISO já teve conotação de modismo, hoje há uma conscientização maior da importância de ter um sistema de qualidade na gestão” conta Barreto.
As especulações sobre a razão da retração brasileira variam entre a crise econômica e a mudança da versão de 2000 para 2008. No entanto a crise não afetou tanto o Brasil, nem a atualização da norma traz mudanças radicais. Então fica o questionamento: porque será?



Fontes: The ISO Survey of Certifications – 2008 http://www.iso.org/


Cursos da semana

12 de dezembro de 2009

Cursos da SemanaGestão Focada em Processo, também “in company” na empresa BIOSOLUTION – Centro de Diagnóstico de Imagem, nos dias 20 e 21 de novembro onde o Diretor Geral da Biosolution, João Piccoli, declarou que a gestão da qualidade sempre foi uma prioridade da empresa, que necessita amplamente da qualidade, pois “cuida de vidas”.

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